sábado, 6 de novembro de 2010

Depilação também é cultura!

... a depilação. Sim, caro leitor internauta, hoje meu post destina-se a esse tema tão difundido entre as mulheres. Hábito tão chato, mas tão necessário. Depois de anos fazendo essa 'tarefa' em casa, resolvi seguir os conselhos da Jeovana e fazer a depilação com cera quente (no salão de beleza da minha tia). Ando cansada desses afazeres que demoram e que dão trabalho. Sou adepta da praticidade, ou seja, vou lá, pago e está feito (e bem feito). Com o cabelo também aderí esse costume da vida corrida e moderna. Passo um produto que relaxa os fios e hidrata sem deixar liso demais. Escovo uma vez por semana, pelo menos, e pronto. Não tenho que me preocupar em andar com a cabeleira presa. Mas, voltando à depilação, adiei esse momento por anos simplesmente por medo da dor, embora tenha 10 cirurgias nas pernas. Não que ir para o hospital e ter que tirar pontos sejam koisas agradáveis, mas o que é uma depilação de 20 minutos para quem já passou por tudo que passei, não é mesmo?

Pois é, descobri que é muita koisa!... risos. Vamos lá. Tomei uma boa dose de coragem em gotas e marquei um horário com a Marní Lima (a depiladora). Aproveitei que minha amiga gaúcha Raquel estava por aqui e a convidei para o tal 'programa de índio'. Quando entrei naquela sala toda branca e vi uma maca branca também, o desespero foi tomando conta de mim. Primeiro porque o clima me lembrou laboratório de hospital, segundo porque eu sabia que ia doer pacas, e terceiro porque macas não são acessíveis. Aqui cabe um comentário: os 'matrixianos' ralam para subir/descer de macas - são altas e não possuem um mecanismo que facilite a subida/descida. Mas beleza. Respirei fundo e deitei. Olhei para o teto e não vi nada, nem um móbile para distrair moças medrosas como eu durante a sessão de 'tortura'... risos. Aliás, vou sugerir à minha tia que coloque algum adereço colado ou pendurado no teto para motivar quem está naquela situação tão estressante... risos. Já conheço a Marní há anos, sempre trocamos segredos e confiei a ela essa empreitada porque sei que é uma pessoa tranquilíssima e muito profissional. Fui logo de cara dizendo: 'Marní, eu tô com muito medo.'. E adivinhe? Ela tem uma técnica infalível para acalmar as clientes: dizer a verdade. 'Vai doer muito, mas isso não é só com você, é com todas as mulheres que se depilam com cera.'. Ah, tá bom... valeu, eu adooooro gente sincera, caro leitor internauta. Era melhor mesmo tomar consciência da dor e enfrentar os fatos de frente (já que depois teria que ser de costas).

Bom, quando fico numa situação desesperadora, eu rio descompassadamente. Fui rindo de dor e ouvindo as manicures do lado de fora (mais a Raquel) rirem do meu jeito. E doeu. Doeu muito. Primeiro você sente aquela cera quente e grudenta, depois um puxão que parece arrancar um pedaço seu. É claro que não sei como é dar à luz, mas desconheço outra dor tão dolorida... risos. Tirar pontos de cirurgia é molezinha, como sentar num pudim. Eu sei que depilar com cera é prático, que fica mais bonito, que a pele fica mais macia, que depois nascem menos fios e que a natureza humana é perfeita, mas não encontro um argumento convincente que explique por que cargas d'àgua mulher tem que ter pêlos além do couro cabeludo, cílios e sobrancelhas. Bom, lá pelas tantas eu parei de rir. A Raquel, preocupada, bateu na porta devido ao meu silêncio: 'Ká, tá viva aí?'. Um 'acho que tô' foi minha resposta. Na verdade eu já não tinha mais força para rir (nem para nada). Eu só resmungava: 'Te odeio, Marni!' e ela ali ignorando o meu sofrimento dizendo que as mulheres saem da sala dela mais felizes do que quando entraram. Sem dúvida, não era o meu caso.

Naquela altura do 'campeonato' senti uma pontinha de arrependimento por ter ouvido a Jeovana (e a 'maledeta' nem estava ali comigo para eu xingá-la), mas já que eu tinha descido para o 'playground', tinha que encarar a brincadeira, certo? Então para me conformar, resolvi pensar que, graças a Deus, eu não era o Tony Ramos. Ufa! Ao terminar o trabalho, para me convencer a voltar, a Marní filosofou: 'Ká, a vida é tão curta que não vale a pena ficar peluda!'. É, concordo... esse é um bom argumento!

Bom fim de semana, queridos! 

5 comentários:

  1. PABLINE OLA PRIMA TB DETESTO DEPILACAO ALIAS AMEI O TEXTO,MINHA MAE ME CHAMA DE FRESCA MAIS PREFIRO EVITAR DOR..ALIAS TER FILHO DOE MAIS PASSA RAPIDO A DEPILACAO SAO VARIAS DORES ..UI..BJOOSS

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  2. Olá Karla!

    Menina que aventura heim rsrs, dei boas risadas aqui. A praticidade é sem dúvida muito boa, mas tem lá "seus preços". Bom, já que eu nunca vou sentir a dor de um parto (graças a Deus rs), não tenho como compará-lo mas, só de ver uma mulher se depilando com cera quente e ouvir os gritos de dor, tenho uma noção de como dói isso =/.

    Beijos ótimo Domingo pra ti ;)

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  3. Querida não =/

    A verdade é que sempre faço perfil, mas logo excluo, não sei se é falta de paciência ou tempo
    para organizar os mesmos mas, não tenho orkut, já tive pelo menos três, e Facebook,
    já tive um, mas nem lembro da senha. Atualmente estou só com o blog, e msn claro, ah, e recebi sim teu convite, já fora aceito viu ;)

    Beijos

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  4. Ka,,, nunca ri tanto de uma história de depilação, realmente, as mulheres saem rindo, e satisfeitas porque estaõ lizinhas hehe

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  5. Ka, não sou normal...meu Deus!! Eu não sinto dor enquanto depilo... vai? Não dói tanto assim...


    beijos

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