sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Promoção de Pastelzinho em Congonhas

Olá, caro leitor internauta!

No último post comentei sobre a saga de chegar em Congonhas nessas férias. Apesar dos contratempos que possam aparecer, me encho de felicidade quando chego e posso abraçar a Rubia e, dessa vez, tinha a Jeovana para apertar também. Que beleza! Poias da minha vida, flores do meu jardim, amoras do meu coração... risos. É engraçado que nessas horas não temos muitas fofocas para colocar em dia, pois, apesar de não nos vermos com frequência, toda semana nos falamos por email, orkut, msn, telefone e telepatia. Então não se tem muito o que contar, a não ser reparar na tintura do cabelo de uma, no peso da outra, na blusa da outra, e por aí vai... risos.

Felizmente, Rubia e eu somos fãs da cafeína e sempre que vamos lá tomamos um café, seja chegando ou partindo. E sem café, tenho enxaqueca (motivo de piada entre eu e minha prima, mas isso contarei noutro post). Voltando a Congonhas, gosto muito de uma cafeteria que fica em frente às escadas rolantes - o nome vou ficar devendo, pois nunca lembro de prestar atenção nisso (uma falha minha). É um lugar gostoso, bem movimentado e tem mesa adaptada (sem cadeira para que os cadeirantes se acomodem com facilidade). É igual a essa da foto que Rubia tirou, porém em outra cafeteria. Aliás, em quase todas as cafeterias há mesas assim, não sei se isso é responsablidade dos estabelecimentos ou do próprio aeroporto. Embora eu não necessite usar uma mesa dessa, era a única disponível naquele dia. Puxamos umas cadeiras e liguei o celular. Vi milhões de chamadas de casa, do meu pai, da minha mãe, da Rubia e até do Papa Bento, já que meu voo deveria chegar às 17.30h, mas só chegou às 19h (e nesse trajeto os celulares devem ficar desligados). Liguei para a parentada e avisei que estava viva - para o Papa não liguei porque o DDI é caro e io no parlo italiano.

Pedi um café e um sanduíche na tal cafeteria e a Rubia disse para a Jeovana que buscaria uns pastéis num outro lugar porque era promoção: 5 pastéis por R$8,00. A intenção era levá-los para casa. Jeovana e eu ficamos no maior bate papo e nada da nossa amiga voltar com o quitute. Depois de muito 'piriri-pororó-e-caixinha-de-fósforo', eis que surge a Rubia com uma bandeja cheia de pastel e nos dá a notícia parecendo uma criança que tinha acabado de quebrar o vaso de porcelana da mãe: 'Eram 8 pastéis por R$5!'. Tá bom, e por que ela estava com aquele ar de tristeza? Deveria estar feliz por pagar menos e levar mais, certo? Geralmente as pessoas se assustam pela conta do restaurante vir maior do que se espera, não é mesmo? Eu e Jeovana ficamos com cara de 'hã?' olhando a cara de 'magoei!' da Rubia. Logo veio a explicação: 'Não tinha embalagem pra levar pra casa...'. Hahahahahahaha... Isso mesmo, caro leitor internauta. Você acertou. Ficamos mais umas duas horas ali sentadas para que Jeovana e Rubia dessem conta de esvaziar aquela bandeja. Eu, mesmo já estando satisfeita com o sanduíche, tive que dar umas mordidas num pastel. Afinal de contas, amigas são também para essas koisas (dividir a culpa pela gula)!

Próximo post: Eu e a nota fiscal paulista.

2 comentários:

  1. hauhauhauahuahauha

    que sacrifício hein

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  2. hahaha. Quero ler sobre a nota fiscal paulista. Seja bem vinda, haha.


    Entendo o seu vício por cafeina, eu tenho dor de cabeça se não comer a minha dose diária de chocolate.

    beijos

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