quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Aventuras de Julho

Boa noite, caro leitor internauta!
Andei sumida do blog, não é mesmo? Eu sei, eu sei. Mas tive um bom motivo: meus 10 dias de férias em Santos/SP. Honrando minha função de blogueira, estive a maior parte do tempo com a câmera fotográfica e papel e caneta em mãos para registrar tudo e poder contar para você. Nessa viagem, renderam boas histórias e alguns perrengues que eu escreverei aos poucos, em seguidos posts. Assim, usarei a ordem cronológica dos acontecimentos para não perdemos a sequência correta e eu corro menos risco de me confundir no meio de tanta informação.

Vamos lá. Minha partida rumo Congonhas tinha data de 23 de julho. Meus pais me levaram até o aeroporto de Floripa. Ao retirar minha mala do carro, meu pai fez uma perguntinha básica: 'O que você tá levando? Concreto, por acaso?'. Está certo que sou filha de construtor, mas garanto que não levei o ofício do meu pai tão ao 'pé da letra' assim. Ah, claro. Realmente minha bagagem estava pesada. Depois olhei no extrato da Gol e constatei seus 16kg. Mas veja bem, em dez dias, muitas opções de roupas se fazem indispensáveis e, além do mais, há sapatos, necessaires, etc - você que é mulher me entende, certamente. Dessa vez resolvi que levaria apenas uma pequena bolsa na mão com documentos, câmera e celular para facilitar e evitar dar uma 'bolsada' em alguém, como fiz com o 'Descoridor dos 7 Mares', em janeiro - mesmo que o incidente tenha me rendido um bom papo naquela tarde de verão. Então, coloquei o netbook na mala e os dois licores que o meu pai estava mandando para o Márcio - marido da minha amiga Renata - no meio das roupas. Confesso que fiquei com medo de ter que passá-la no raio-x e ainda levar a fama de 'bebum' sem culpa alguma... risos. Aqui deixo uma dica: se você levar esse tipo de coisa na bagagem, avise no balcão de check-in, pois eles colocam um selo de fragilidade na mala e você viaja sossegado. Bom, entrei na fila comum do check-in e vi que havia umas sete pessoas na minha frente. A mocinha da Gol, vendo a 'matrixiana' aqui, me chamou para a fila de Prioridades, que só tinha uma garotinha para ser atendida antes de mim. Ledo engano, caro leitor internauta. A mãe da menina estava embarcando-a sozinha para Brasília, toda apavorada e cheia de malas (ela sim, devia levar concreto). Demorou muito, muito mesmo para despacharem as bagagens e a guria. Demorou tanto que a fila normal andou e eu fiquei ali feito estátua esperando. Então a moça da Gol correu lá dentro, tomou uma dose de Simancol e abriu um glichê para mim. Eu realmente não discuto, caro leitor internauta. Acho mais elegante ser irônica. E, já que minha ironia é mais efetiva do que minha falta de educação, olhei para ela e falei com um sorrisinho: 'Eu deveria ter ficado na fila normal, concorda?'.

Lá se foi minha mala pela esteira e eu rumo à sala de embarque. Me despedi dos meus pais e minha bolsa passou no raio-x. Dessa vez nada apitou. Ufa! Segui para o portão 2 e sentei exatamente em frente às cadeiras elétricas que conduzem nós, 'matrixianos', ao interior das aeronaves, como segue na foto que tirei. Andei dando uma conferida enquanto aguardava o voo (que atrasou mais de uma hora) e vi que o nome da belezura é Stair-Tac. Chegada minha hora de embarcar, lá vamos eu, dois mocinhos da Gol (Willian e Rafael) e o equipamento para a pista. Mas cadê a chave que liga a geringonça? Ninguém achou... nem o outro mocinho que chamaram pelo rádio, um tal de Victor. Ps.: sim, eu gosto de olhar os crachás e chamar as pessoas pelo nome, é mania minha.

Em Floripa acontece algo bem legal e diferente de Congonhas: os passageiros tidos como Prioridades (menores desacompanhados, idosos e deficientes) embarcam antes dos demais. Ou seja, tiveram que liberar a porta traseira do avião para todo mundo entrar enquanto eu 'bloqueava' a porta dianteira. Ficaram os três comissários ali quebrando a cabeça, pois, teoricamente, eles não podem encostar no passageiro e, sem a cadeira, não havia como me embarcarem a não ser que me dessem um colinho. Então um deles me disse: 'E se levantássemos a senhora mesmo com a cadeira? Se importaria?'. Caro leitor internauta, a única coisa que eu queria era chegar em São Paulo naquele dia e o jeito que eles dariam para aquilo, definitivamente, pouco fazia diferença para mim. Foi isso que respondi a ele. Então ele falou: 'Não se preocupe, não tocaremos na senhora'. Aí eu pensei: 'Que pena! Quando serei novamente paparicada desse jeito por três fofíssimos de uma vez só?'... risos. Brincadeira!

Desembarquei em Sampa pelo finger (aquele corredor fixo, no qual a porta do avião se acopla) e fui sozinha até o balcão da Gol. Até o salão de desembarque, um funcionário me acompanhou e carregou meu concreto... digo, minha mala... risos. Segundo o mesmo, pareço muito com uma mulher que canta no programa do Raul Gil. Putz, não faço idéia de quem seja, mas prometi para o rapaz que procuraria analisar se a tal pode ou não ser minha sósia... risos. Se você souber quem é a dita cuja, por gentileza, me avise... risos. Eis que vejo a Rubia e a Jeovana me esperando. Que saudades! Há 6 meses eu não via minhas amigas. Bem de longe reparei que Rubia e eu usávamos a mesma roupa (toda preta) e o mesmo lenço palestino no pescoço, como você pode notar na foto ao lado. É ou não é muita sintonia, caro leitor internauta? Essa coincidência no figurino até rendeu uma piadinha, sabe? Como entramos no elevador do aeroporto e ficamos perto dos painés, nos confundiram com elas: as acessoristas... risos.   

Próximo post: 'Promoção de Pastelzinho em Congonhas'.

2 comentários:

  1. Conseguiu finalmente postar né Kaká, rsrs.

    Eu te entendo perfeitamente! Quando viajo também só falto levar meu quarto inteiro!!

    Na dúvida, o melhor é NÃO FALTAR OPÇÕES!!

    Beeeeeeeeeeeijos.

    ResponderExcluir
  2. Que bom que você voltou, estava com saudades do seu blog.
    bjs
    Carol

    ResponderExcluir

Deixe suas Koisas aqui também... obrigada pela visita!