segunda-feira, 19 de abril de 2010

@fiukconnection

Feliz segunda-feira, caro leitor internauta! Não sei você, mas eu adoro segundas-feiras, adoro pensar que a semana será corrida, cheia de coisas para fazer e pouco tempo para parar. Devo pedir desculpas a mim mesma e a você que vem ler esse humilde blog por ter sumido durante o fim de semana... risos...


Bom, sexta-feira, recebi um telefonema confirmando que, infelizmente, a Renata, seu marido Márcio, seu bebê Lucas e nossa amiga em comum Jeovana não poderiam vir (por motivos pessoais) de SP para a festa de aniversário do meu pai que aconteceria no sábado, como tínhamos combinado há semanas. Além disso, a comemoração se estenderia à inauguração do Centro Recreativo Família Luiz, no sítio, mas isso deixaremos para um futuro post.

Mas por que eu estou contando isso a você? Porque foi a partir desse 'bolo' involuntário que meus amigos paulistas me deram que resolvi a minha programação de domingo, ontem. Eu tinha muita coisa para pesquisar, projeto e relatório para fazer, mas, sinceramente, caro leitor internauta, tenho me reservado o direito de aproveitar os fins de semana me divertindo (mais do que me divirto trabalhando, claro) ou então fazendo qualquer tolice que relaxe minha mente e meus músculos (que não foi bem o caso, mas vamos lá). Sabendo que minha tia levaria minhas 3 primas e mais 2 amigas no show da banda Hori, que tem como vocalista o Fiuk (aquele da Malhação), ainda na sexta-feira, eu comecei uma verdadeira saga para comprar meu ingresso (que só estava a venda em Florianópolis, ou seja, a 80km daqui). Liga pra lá, liga pra cá e nada. O jeito foi comprar pela internet. Ufa! Eu respiraria o ar da Ilha da Magia (apelido carinhoso de Floripa) e não passaria o domingo vendo 'A Dança dos Famosos', no Faustão (embora eu goste desse quadro).

Domingo, dia do show do tal Fiuk, saímos umas 10.30h de casa. Os portões da Life Club abririam às 16h e a cantoria começaria só às 19h. Beleza! Fomos antes, almoçar, claro. E cedo porque o evento era na casa da PQP, em Jurerê, que é uma praia chiquetosa (e longe) no norte da ilha. Ave Maria! Era muito carro e uma fila quilométrica para entrar na tal arena (ou jaula das adolescentes piriguetes). Maaaaaaas... como eu havia comprado meu ingresso pela internet (e tenho preferência em filas), passei na frente e levei junto minha tia e a corja toda (minhas primas e amigas, fã-náticas pelo moçoilo em questão). Nos acomodamos e era só esperar (e esperar muito). O segurança até cedeu, gentilmente, uma cadeira para eu descansar, mas quem disse que queria sentar? Eu queria mesmo era assistir a tudo de pé e até (aprender a) pular, se fosse o caso (mas não foi... risos... pelo menos não dessa vez). O sol estava escaldante e a noite caiu fresquinha. Tinha  guria desmaiando de emoção e de calor. Para minha tia e eu só restava achar engraçado ver o desespero delas (e pensar que tudo isso passa). Tic-tac-tic-tac... 19h em ponto tudo se apaga e surge o tal Fiuk. Meu Deus, era muita histeria.

O show rolou e não é que o guri me surpreendeu? Tá bom, vai. Eu sei que não manjo nada (ou quase nada) de música, mas achei que ele canta bem. Além disso, tocou guitarra, piano e bateria. Tá, tá, caro leitor internauta, eu sei que ele é filho do Fábio Jr. e você deve estar pensando 'Ah, é óbvio, ele é filho de artista e não faz mais do que obrigação saber cantar.'. Por acaso você já viu o filho do Pavarotti cantando? E já viu a Wanessa (ex-Camargo) cantando bem? Eu gostei e pronto. Ele canta direitinho, é carismático e muito, muito bonito. Não pude deixar de reparar a magrelice do guri que tanto me agradou. É branquinho e meio desengonçadinho para dançar. Gostei de verdade! Depois do show estavam todas 'verdes' de fome e de êxtase (eu e minha tia só de fome mesmo). Fomos ao McDonald´s e, degustando um McCheddar, fiquei pensando no que postaria aqui a respeito disso tudo. Lógico, eu tenho plena consciência dos 26 anos que vou completar em outubro e queria comentar algo mais construtivo do que só falar da beleza do ídolo teen do momento. Até porque eu vi muito mais do que isso. Tratei de lembrar de como eu me comportava quando também tinha 13 ou 14 anos e fazer uma análise dessa influência que um ídolo exerce sob um batalhão de admiradores. Antes, devo dizer que detesto retrospectivas, mas a fiz para poder escrever aqui. Lembrei que aos 5 ou 6 anos de idade, lá pelo ano de 1989, (pasme, caro leitor internauta) o meu primeiro ídolo foi o Lulu Santos. Sim, é cômico, mas eu adorava aquele cabelo meio 'Xororó' que ele tinha. Era a moda, ué. O que posso fazer? Hoje ele não tem mais aquele cabelo (agora mais curto e bem mais grisalho) e me limito a gostar apenas das músicas dele. Mais tarde, lá pelo ano de 1996, eu fui fã dos Mamonas Assassinas (como todo mundo) e tive meu coração partido quando eles morreram (como todo mundo também). De 1997 até 1999 eu era (ridiculamente) louca pelo Ricky Martin (eu sei, eu sei, ele assumiu que é homossexual, mas, apesar das suspeitas, na época, ele jurava gostar de mulheres. E outra: qual é o problema de ele ser gay? Não sou eu e nem você que pagamos as contas dele, não é verdade?). Bom, até hoje tenho bem guardado os álbuns com mais de 2 mil fotos dele (quem quiser comprar, estou vendendo... risos). Depois desse não tive mais ídolos. Daí eu fiquei pensando (psicologiamente falando) sobre o efeito que um ídolo causa na vida de um(a) fã, principalmente durante a adolescência. Acho que, com certa moderação (se é que é possível), os efeitos são bem positivos, dependendo do ídolo também, claro. Por exemplo: atualmente os ditos 'emos' estão em alta. As músicas falam de amor (ou da perda dele), falam das incertezas e do futuro. Você tem que convir comigo que isso é bem melhor do que aturar o 'É o Tchan' e ter que assistir a Carla Perez rebolando na TV ou então ouvir o Marcelo D2 cantando '... eu canto assim porque eu fumo maconha...' como era na época em que eu ainda era adolescente. Caro leitor internauta, por sorte, as coisas e as pessoas evoluem (outras não, mas tudo bem) e até o D2 mudou e virou cult.

Além disso, os ídolos teens desempenham um papel importante no comportamento nessa fase tão intensa e inconstante - para não dizer 'vulnerável', ditam moda e viram exemplos para os adolescentes. E, na minha opinião, é ótimo que tenham ídolos que sirvam como bom modelo, ou seja, 'meninos(as) de família'. Prova disso me deu o tal Fiuk ontem: os meninos (quase todos) usavam aquela calça colorida e justa que ele também usa e ele parou o show para dar um discurso de que todas as mulheres devem ser respeitadas. Ah, que bonitinho, vai (nem todas merecem, mas não entremos nesse mérito agora). Sem dúvida, ou ele conta com a genética a seu favor ou teve boas aulas de charme com o papai Fábio. O fato é que dou a maior força para que todos experimentem cada fase com suas contingências. Se essa for a hora de minhas primas adorarem o Fiuk, que adorem! Logo, como tudo nessa vida, a fase 'platonice' passará e elas perceberão que os amores da vida real não são tão perfeitos e que também nos fazem chorar, mas nem sempre de alegria como os ídolos.

Ps.: caro leitor internauta, @fiukconnection é como você pode seguir o fã-clube das gurias pelo Twitter.

4 comentários:

  1. hum, o q vem a ser "chiquetosa"?... alguma coisa chique e gostosa?... risas...

    ah, antes que eu deixe passar... n sei se já cheguei a comentar antes, mas tenho observado já em postagens p trás como vc descreve bem as coisas.... acho q vc deveria tentar escrever um conto pelo menos (caso ainda n o tenha feito...)

    qto a magrelice e o dono dela, sinceramente desconsidero o fato...(e tbm n sou do tipo q fica comentando sobre marmanjo n...)... e sinceramente n entendo o pq de tanto alarde com um tipinho tão comum q n acrescenta nada para o cenário musical... (o q o marcelo D2 com o planet hemp na época em q a maconha era sua musa inspiradora conseguiram, ainda q o resultado n lhe agrade...)

    ah, curti tbm a parte em q vc comenta sobre a importância dos idolos na vida de cada um de nós... e o final do texto p mim foi o ideal... com um tom humano-sentimental na medida certa...

    *parabéns mais uma vez, chica morena... (cadê vc na net? sumiu?)

    besos.

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  2. Vc esqueceu de comentar sobre o "filho do Roberto Carlos" que usa um tênis de cada cor, com um andar muito elegante. E qto a venda do album do Ricky Martin, vc há de convir comigo que houve uma tremenda desvalorização depois de sua confissão homossexual, hehehehehehe

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  3. Oiiii, o Fiuk magrelo...
    maginaaa...
    Deus eu acho que não deve ser muito
    normal ver ele sem camisa.
    e vc esta certa esses idolos de hj em dia
    influenciam muito..
    eu por exemplo não tenho grandes idolos em relação a musica... bApenas gosto muito de Guns N' roses..
    já a atuação eu sou fã de william peterse, amo ele...
    podemos dizer que ele me influencia muito (o personagem dele)
    o post ficou muito show te imaginei no show
    cercada por adolescentes histéricas
    super engraçado.. rsrsrsrs

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  4. Nao nao nao esqueceu de por o A.J nessa sua lista de ídolos hein???? kkkkkkkkkkkkkk

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